O uso será para consumo próprio dos cooperados. Nos próximos dias deve começar a fase de testes e chegar ao final o processo de regularização junto à Agência Nacional de Petróleo (ANP). Segundo o presidente da cooperativa, Leandro Martins, as planilhas de custos ainda não estão fechadas, mas estima-se que os gastos com a unidade já chegaram a R$ 1,5 milhão.
A usina idealizada em agosto do ano passado pelos associados da Cooperfeliz tinha a previsão de início das atividades em janeiro deste ano, mas as chuvas obrigaram a reduzir o ritmo das obras.
Além de utilizar como óleo vegetal o líquido extraído do grão de soja, algodão e sebo de boi, a principal mistura para a fabricação do biodiesel será o pinhão-manso. "Com essa matéria-prima vamos gerar cerca de 500 empregos, entre diretos e indiretos".
O reagente utilizado pela Cooperfeliz para a elaboração do biodiesel será o metanol, adquirido na indústria fluminense, Prosint, especializada na fabricação do produto.
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