A tecnologia desenvolvida pela Petrobio utiliza um processo de transesterificação que admite as rotas etílica e metílica e resulta na possibilidade de construção de usinas totalmente flexíveis, de acordo com Abud, o que significa dizer que os equipamentos operam com matérias-primas animais (como sebo bovino e outras gorduras) e vegetais. "Trata-se de uma tecnologia proprietária, que adota um sistema de indução com separação do etanol da glicerina sem uso de centrífugas. Isso permite uma taxa de conversão de até 96%, dependendo do grau de impureza da matéria-prima", ressalta Abud.
A Jetbio está em fase de mudança de Piracicaba, onde inicialmente montou sua fábrica, para Cabreúva, também no interior de São Paulo, num processo que deverá consumir recursos na casa de R$ 1 milhão entre investimentos em equipamentos, caldeiras, máquinas operatrizes e na contratação de pessoal qualificado. Com capacidade para montar simultaneamente até 10 usinas, prontas para produzir entre 2 mil a 50 mil litros de biodiesel por dia, a empresa espera começar a operação em sua nova sede a partir do final deste mês de maio.
Com três projetos já implantados no país, um em Piracicaba e dois outros no Rio Grande do Sul e no oeste do Paraná, no Sul do país, a Jetbio tem mais duas usinas na linha de montagem e projeta entregar ao mercado um total de 15 a 20 unidades neste ano. Abud prevê um faturamento entre R$ 10 milhões a R$ 15 milhões no primeiro ano de operação efetiva.
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