
Ameaças de que Israel poderia atacar o Irã , retaliando um possível plano nuclear, ou a divulgação de um relatório do banco Morgan Stanley que prevê o preço do barril a US$ 150 no segundo semestre, estão entre as razões do dia. Mas tiveram outras e todas apontam na mesma direção: há um forte desequilíbrio entre oferta e demanda.
Nesse quadro, até o movimento de defesa de muitos consumidores pressiona o preço para cima, como atesta o consultor da LCA, Chau Kuo Hue.“Com a perspectiva de alta, muitos consumidores fazem operações de hedge, buscando antecipar compras por um preço menor”. Outro fator que tem puxado a alta é migração de investidores para a commodity como forma de resgatar suas margens de lucro.
Fonte:

Nenhum comentário:
Postar um comentário