Inicialmente, a matéria-prima será o sebo bovino, recolhido nos próprios municípios. “Também será utilizado o pinhão manso, girassol, algodão e, podendo também, o buriti”, completou Lammel. O projeto deve contemplar cerca de 600 famílias, além de gerar empregos diretos em fábricas de ração e esmagadoras, que serão implantadas em cada cidade.
Os recursos para que os agricultores possam investir no plantio da matéria-prima serão liberados pela própria empresa e financiados por instituições financeiras. O projeto foi idealizado pelo grupo Marchiori, de Piracicaba (SP) e pela Cooperativa de Produtores e Recuperadores da Bacia Amazônica (Coperba).
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